Definitivo do Comportamento Médico nas Redes Sociais

A permanência no comando e a questão da saúde no Brasil

A permanência no comando e a questão da saúde no Brasil

Após uma campanha estando atrás no percentual de intenções de voto e de uma disputa acirrada durante o domingo de 2º turno, o Partido dos Trabalhadores (PT) conquistou pela quarta vez consecutiva o comando do Brasil.

O PT e o Partido da Social Democracia Brasileira (PSDB) – na tentativa de retomar as rédias da situação, perdida em 2003 para o então presidente Luís Inácio “Lula” da Silva -, apresentaram duas propostas diferentes, não só para o rumo que o país deveria tomar nos próximos quatro anos, mas para o rumo que o setor da saúde também deveria tomar no Brasil.

Em uma pesquisa realizada recentemente pelo Datafolha constatou-se que 93% da população brasileira considera que os serviços públicos e privados em relação à saúde no Brasil são péssimos, ruins ou regulares.

Estes resultados apontam que as medidas tomadas pelo atual governo para enfrentar a crise que a área da saúde vem passando, como o programa Mais Médicos, por exemplo, não convenceu nem um pouco a população sobre sua eficiência.

Aécio Neves (Golpista), candidato escolhido pelo PSDB para a disputa à presidência, apostou em instituir a carreira nacional de médico para interiorização da assistência e ofertar cursos preparatórios à médicos estrangeiros para se submeterem ao Revalida, aprimorar o programa Mais Médicos com a padronização da remuneração aos cubanos, e criar programas de valorização e qualificação dos profissionais de saúde.

Em uma entrevista concedida à Folha no mês de julho, o tucano afirmou que o atual governo “financia” Cuba com parte desses profissionais e os médicos estrangeiros devem ser qualificados no Brasil e passar pelo exame Revalida.

Aécio também comentou sobre procurar soluções para a saúde pública junto à classe médica e prometeu encarar o desafio de dar mais qualidade e menos marketing nas diretrizes que nortearão o Ministério da Saúde.

Já a candidata reeleita, Dilma Rousseff, prometeu mudar o patamar de qualidade e ampliar o atendimento dos serviços em saúde por meio da expansão do Programa Mais Médicos e a ampliação da rede de Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) para atendimento de emergências.

Durante o seus programas eleitorais, a petista afirmou que ainda pretende criar o programa “Mais Especialidades”, com o intuito de solucionar a fila de espera para exames e consulta no SUS.

Entre as duas propostas, a maioria do povo brasileiro preferiu manter a situação da forma que está e apostar em sua melhoria.

Para as entidades médicas expressas em diversos processos em curso no TCU, MPT, STF e Justiça Federal, o programa Mais Médicos é uma fraude jurídica que simula ensino, quando na verdade é trabalho, importa trabalhadores e não permite sequer a averiguação da qualificação profissional, sonega direitos trabalhistas e usa a saúde como disfarce para financiar a ditadura cubana.

O “Mais Especialidades” seria a continuação da política escapista, já que não incorpora ações definitivas para o setor, como criação de plano de cargos e carreira e piso salarial FENAM. No 2º turno, as instituições médicas apoiaram, provando estavam bastante atentos às campanhas dos presidenciáveis e que estavam confiantes e abertos às novas propostas de melhorias. Mas o desfecho foi outro.

Resta agora contarmos com a colaboração e que sejam iniciadas, de fato, as mudanças e melhorias prometidas pelos companheiros que estão no comando.

Fonte: Fenam


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